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CLÁSSICO DA SEMANA: PSICOSE



Um dia fui com uma amiga à uma daquelas salas de escape, o tema era Bates Motel. Eu amei a experiência e sai pilhada, nunca tinha visto Psicose e decidi que aquele seria o dia em que veria.

Cheguei em casa, tomamos banho e sentamos ambas na minha cama pra ver o filme.

Durante um tempo, não entendi ao certo sobre o que o filme falava, afinal, pra mim a cena do chuveiro era o ponto principal e talvez o final do filme. Eu achei que estava preparada pro que veria, mas não estava.

Psicose é uma obra prima do medo. É um terror psicólogico muito bem estruturado. Hitchcock não precisa te mostrar nada grotesco e nem muitas coisas absurdas e sobrenaturais, ele trabalha somente com a mente humana.

Pensa bem: tem coisa pior que o próprio ser humano? Pra que criar criaturas horrendas e falar de demônios se o próprio homem é assustador.

Assisti ao filme todo e foi pela minha reação que cheguei à conclusão de que eu realmente aplaudia de pé o trabalho de Hitchcock. Eu não dormi direito por semanas, aquilo me perseguia. O pensamento de que aquele tipo de pessoa podia estar do meu lado me apavorava.

Até hoje, anos depois, se eu penso um pouquinho que seja nesse filme, eu não durmo bem.

É isso. Hitchcock queria essa causar esse pavor e o fez com maestria.

Se você está lendo esse texto, assiste Bates Motel e nunca viu psicose, ou simplesmente nunca viu o filme: veja.

Existem sensações na vida que precisa-mos ter. E ver um filme como o de hitchcock, por mais apavorante que seja, é uma sensação única.



NAVEGUE

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