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Crítica: “A Babá: Rainha da Morte”


Cole (Judah Lewis) ainda é assombrado pela traumática noite que o culto satânico de sua babá o proporcionou dois anos atrás. Na tentativa de ser um “adolescente normal”, ele aceita o convite para um final de semana no lago, mas acaba tendo que encarar velhos inimigos e mais uma vez lutar contra forças malignas.

Quando “A Babá” lançou em 2017 era evidente que o conceito era promissor. Mas a boa administração entre terror trash e comédia absurda foi levada ao extremo nessa sequencia pouco premedita, proporcionando toda a fórmula que já tinha dado certo junto á reviravoltas de roteiro surpreendentes E coerentes (Nada além do mínimo, mas algo que esta em falta nas sequencias comerciais).

Não que o roteiro seja primoroso e super original, mas tudo é contornado pela estética da produção e sua montagem dinâmica. Além de um trilha sonora cativante que faz ótimos links cômicos com as cenas.


O retorno de Bella Thorne (The DUFF), Hana Mae Lee (Pitch Perfect), Robbie Amell (Upload) e Andrew Bachelor (The F**k-it List) em seus personagens estereótipos ambulantes continua funcionando, ainda que em participações menores do que no primeiro filme. Enquanto Judah Lewis, Samara Weaving (Hollywood) e Emily Alyn Lind (Doctor Sleep) mais tempo de tela para mostrar sua versatilidade. Destaque também para Jenna Ortega (YOU) com uma nova personagem que somou muito para a narrativa.

Cômico e gore nas medidas certas, o novo longa da Netflix entrega um despretensioso entretenimento para os amantes de horror comedy.


“A Babá: Rainha da Morte” já está disponível na Netflix: https://www.netflix.com/br/title/81012366

NAVEGUE

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