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Crítica: "Ad Astra: Rumo às Estrelas"



Em um futuro não muito distante, as fronteiras do sistema solar são cada vez mais acessíveis para os humanos graças aos esforços de exploradores espaciais. Após misteriosos eventos, o major Roy McBride (Brad Pitt) é convocado para uma missão de resgate da nave do “Projeto Lima”, expedição em que seu pai desapareceu 29 anos atrás.


Hollywood não se cansa de filmes ambientados no espaço sideral. E assim como “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Gravidade” (2013) e “Interstellar” (2014), esse longa cria uma narrativa rasa que se disfarça de complexa para poder usar e abusar da curiosidade do público sobre a imensidão do universo.


O grande acerto dessa produção é a impressionante qualidade da fotografia. É criada uma atmosfera tão imersiva que pode causar até vertigem nos espectadores mais sensíveis (como eu com minha labirintite).

Tudo é assustadoramente realista, dando a efeitos especiais computadorizados a sensação de estar assistindo a efeitos práticos em “locações espaciais”.





Mas o primor técnico não é o bastante para ignorar o quanto o roteiro é fraco e as atuações são propositalmente deixadas em segundo plano. A começar por Brad Pitt em um show de apatia tanto em suas cenas quanto em suas narrações sem vida que fazem as mais de 2 horas de duração parecerem eternas.

O restante do elenco chega ao final do filme simplesmente passando batido por sua total irrelevância.


Existe uma tentativa de se passar uma mensagem mas ela é falha. Fazendo o filme ser uma ótima experiência cinematográfica para quem não faz questão de ver nenhuma emoção em cena.





“Ad Astra: Rumo às Estrelas” chega aos cinemas em 26 de Setembro, com distribuição da Fox Film do Brasil.

NAVEGUE

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