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  • DARA

Crítica: MEDO PROFUNDO: O SEGUNDO ATAQUE.


MEDO PROFUNDO: O SEGUNDO ATAQUE, faz parte do subgênero em retorno de criaturas selvagens e perigosas, e é uma experiência interessante, com o clássico toque da claustrofobia do fundo do mar junto com resoluções impossíveis, mas divertidas.

Eu tenho uma certa obsessão por tubarões, então esse filme foi um prato cheio. Temos cavernas, tubarões gigantes e bizarros, um toque de aventura mentirosa e uma pequena dose de tensão.


Devo deixar claro que nunca fui muito exigente com o gênero, então saí da sala de cinema satisfeita, foi uma experiência divertida, que me manteve alerta e curiosa. Mas devo à vocês uma análise melhor, então farei isso.


Os personagens que direcionam a história são duas irmãs, interpretadas por Sophie Nélisse e Corinne Fox. As duas tem um relacionamento péssimo e seus pais planejam um dia para as duas curtirem juntas e estabelecerem um relacionamento melhor. Elas, como toda adolescente de filmes nesse estilo, desobedecem completamente os pais e vão em um outro passeio. Claro, sem avisar à ninguém, num lugar super escondido e sem nenhuma segurança. Como isso poderia dar errado?


No fim das contas as duas meninas e mais duas amigas ficam presas nas ruínas de uma cidade subterrânea Maia, onde habita um tubarão branco gigante e cego, que evoluiu dentro da caverna e longe da luz do sol. Todos os outros sentidos do tubarão são extremamente aguçados, já que ele não consegue nem precisa ver, por ter vivido a vida inteira no completo escuro. Elas se lascaram, meus amigos.


O filme é divertido, tem sequências legais de fuga do tubarão e o conceito de ser dentro da caverna é muito claustrofóbico de uma ótima maneira. O drama familiar adiciona à narrativa, criando mais conflitos e dando mais proximidade entre o espectador e os personagens.

Em contrapartida, em alguns momentos o filme parece longo. Tem algumas repetições de estratégia de susto, algumas cenas muito parecidas, e o ritmo decai. Demoramos para chegar num verdadeiro clímax que, que quando chega, não é exatamente o esperado. É um final muito irreal, então diminui um pouco do impacto (pra mim, coisas quase realistas me deixam mais nervosa).


No geral, é um filme que cumpre bem a premissa. Vale a pena assistir em grupo, dá bons momentos de tensão e envolve.



NAVEGUE

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