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Crítica: “Mentiras Perigosas”



Katie (Camila Mendes) consegue um emprego como cuidadora após um traumático episódio durante seu turno como garçonete. Com poucos meses de estabilidade no novo trabalho, seu cliente falece e deixa para ela toda a sua herança. O que parece ser uma maré de sorte acaba levantando diversos mistérios quando seu marido começa a agir de forma suspeita.

O roteiro de David Golden pode não ser dos mais originais, mas a direção de Michael Scott torna a trama policial intensa durante seus 90 minutos com direito a bons plot twists. O design de produção não nega que o orçamento não foi dos maiores, mas é mais bem executado que projetos recentes da Netflix com grandes nomes envolvidos como “A Última Coisa que ele Queria” (crítica aqui) e Entre Realidades (crítica aqui ).

O que realmente surpreende é a maturidade da atuação de Camila Mendes segurando o protagonismo do longa. A atriz (popularmente conhecida como a Veronica Lodge de “Riverdale”) dá seu nome e faz render um papel mediano e pouco expressivo.

Assim como as participações de Jessie Usher (“The Boys”) e Jamie Chung (Once Upon a Time) em personagens mais adultos do que os dos projetos em que ganharam visibilidade.

Um bom entretenimento despretensioso, mas nada que poderia chegar ao Oscar agora que os filmes de streamings foram liberados.



“Mentiras Perigosas” já está disponível na Netflix: https://www.netflix.com/title/81045557

NAVEGUE

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