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Crítica: “Não Provoque” (1ª Temporada)


A amizade entre as líderes de torcida Addy (Herizen Guardiola) e Beth (Marlo Kelly) é estremecida com a chegada de Colette (Willa Fitzgerald), a nova treinadora do colégio.


Baseada no livro “Dare Me” de Megan Abbott, a série foi exibida entre Dezembro de 2019 e Março de 2020 no canal pago americano USA Network e causou burburinho o bastante para a Netflix comprar os direitos de distribuição internacional.


Uma premissa clichê de “cheerleaders e seu submundo de competitividade e escândalos sexuais” e um roteiro previsível tornam extremamente cansativos os 10 episódios de cerca de 50 minutos cada. Talvez rendesse melhor como um filme, aos moldes das produções de baixo orçamento do Lifetime. Mas as três protagonistas são pouco interessantes e narrativas paralelas ou personagens secundários nem sequer são desenvolvidos.

Surpreende a maturidade de Willa Fitzgerald (“Scream”) na dualidade que o papel da treinadora traz e é interessante ver a sutil construção da toxidade por trás da amizade entre as protagonistas, mas tudo cai facilmente em estereótipos batidos e levemente misóginos. Assim como falha ao criar tensão com um crime que é investigado tão porcamente que beira o amadorismo.


É um entretenimento raso o suficiente para distrair espectadores em meio a uma quarentena, mas é daquelas séries em que o trailer cria uma expectativa que nem chega perto de ser cumprida. Ao menos assume seu final inconclusivo sem cliffhangerspara iludir que uma segunda temporada seria necessária.

A 1ª Temporada de “Não Provoque” já esta disponível na Netflix: https://www.netflix.com/title/80243706

NAVEGUE

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