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  • DARA

Crítica: ZOMBIELAND 2- ATIRE DUAS VEZES.



As regras de sobrevivência foram atualizadas. Em Zumbilândia - Atire duas vezes, encontramos nossos queridos personagens 10 anos após o início do apocalipse zumbi. O universo permanece caótico, mas a família disfuncional de Wichita (Emma Stone), Tallahasse (Woody Harrelson), Columbus (Jesse Eisenberg) e Little Rock (Abigail Breslin) parece prosperar no caos. Eles agora encontraram um lar, a Casa Branca. Fazem comemorações de Natal, conversas em família e colocam post-its nos olhos dos quadros dos ex-presidentes. Até que, em busca de coisas novas, Little Rock larga a família sem sinal de para onde está indo, junto com um menino Hippie que encontrou. Os outros, é claro, vão atrás dela numa minivan, já que até o carro xodó de Tallahasse a garota levou.

Comédia inteligente da primeira à última cena e, principalmente, na cena pós créditos. Espere para assistir! É um presente aos fãs do primeiro filme como nenhum outro. Muito divertido, com um ótimo timing de piada e piadas realmente criativas e inteligentes. O filme brinca muito com o fato de que a última novidade tecnológica e desenvolvimento urbano que houve na vida de todos eles ocorreu em 2009. Tipo assim, nem o Uber eles conhecem. As renovações que o mundo deles sofre é a aparição de versões modernas dos zumbis. Os inimigos ficam cada vez mais rápidos, mais poderosos e mortais. E eles precisam corresponder à esse avanço.

Uma incrível adição à narrativa é a presença da Zoe Deutch, no papel de Madison. Desde a primeira aparição da personagem, é impossível não rir até doer. A atriz se entregou de uma forma e deu tanto significado a todo o clichê que a personagem representa, que ficou divertido pelo fato de ser extremamente crível. Genérica pelos motivos certos.

A direção é inteligente. Aposta em ser um presente para os fãs, e trazer novos viewers para o universo de uma forma leve e sincera desde o primeiro momento. É muito boa em transformar o universo irreal em uma coisa crível, criar a ambientação correta para cada acontecimento e ainda te fazer querer bater cabelo com a trilha sonora. Coloca o espectador ali, juntinho, testemunhando tudo em primeira mão.

É muito divertido, engraçado, inteligente e te deixa animadaço. Dá uma vontade de rever o primeiro, voltar pro cinema pra ver o segundo e, quem sabe, viver nesse loop. Eu não negaria.




NAVEGUE

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